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terça-feira, 11 de julho de 2017

Com crise garotas de programas fazem rifa para atrair clientes

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Prostitutas de luxo lidam com a escassez de clientes dispostos a pagar valores mais altos pelos serviços.
Em tempos de crise, até o trabalho mais antigo do mundo precisa se reinventar. Prostitutas de luxo do Rio e de São Paulo estão tendo que lidar com a escassez de clientes dispostos a pagar valores mais altos pelos serviços. A queda forçada da libido também atinge a Vila Mimosa, no Rio, e mesmo quem oferece os serviços pela internet resolveu inovar, propondo até rifas para baratear a saliência, como noticiou Ancelmo Gois.
A acompanhante de luxo paulistana Yasmin Bergamin lançou uma rifa: são cem números para quem quiser concorrer a uma noite de amor e e, cada um, custa R$ 30. Os sorteios seguem a loteria federal e há até promoções como a que permite a compra de dois números por R$ 50 ou três por R$ 80. Dessa forma, o cliente pode comprar um serviço que valeria R$ 3 mil por um centésimo do valor, e Yasmin não perde nada.
A paulista Valentina Valente, que passa uma temporada no Rio, conta que começou no ramo já durante a crise. Ela cobra R$ 400 reais pela hora.
— Eu iniciei em um momento de crise, mas acho complicada esta história de rifas. As meninas não estão só desvalorizando o trabalho delas, mas também o de outras garotas — acredita.
Na Vila Mimosa, uma das mulheres que atendem no local diz que o negócio foi muito prejudicado:
— O problema é que a Vila Mimosa depende de “peão” (operário). Como as obras pararam, o local esvaziou, e as garotas estão com problemas para encontrar programas — conta ela, que preferiu não se identificar. — Agora, oferecem para prestar os serviços dentro de carros, por R$ 20, R$ 30. Muitas garotas que conheci por aqui foram embora.


Fonte: João Moacir via O Globo

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