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quinta-feira, 28 de junho de 2012

IFRN terá modificações no calendário Letivo por causa das Greves


Calendário letivo, que já estava atrasado devido à greve do ano passado, terá modificações


Depois de deflagrada, a greve dos professores e técnicos do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN) na terça-feira passada, 25, a instituição funcionou ontem com serviços essenciais, como seleção, emissão de diplomas e estágio, além de aulas de cursos como o Prominp e o de idiomas.
A direção da escola se reuniu na manhã de ontem com o comando de greve e um grupo de alunos, para discutir questões sobre a paralisação. O diretor da unidade, professor Jailton Barbosa, explicou que quanto ao calendário letivo, que já estava atrasado devido à greve do ano passado, terá modificações. “O calendário letivo foi iniciado no dia 16 de abril e terá modificações, mas só poderemos formatar quando a greve acabar. Acreditamos que não demore muito. Estamos aguardando uma proposta tanto para professores quanto para técnicos até o dia 2 de julho”, disse.
O professor disse ainda que, mesmo durante a greve, os alunos concluintes terão uma atenção especial. “Estamos discutindo a questão das turmas do quarto ano, que vão fazer Enem e vestibular, para que os alunos não saiam prejudicados”, disse Jailton Barbosa.
O professor Higor Morais informou que as negociações foram encerradas unilateralmente pelo Governo Federal. “Eles suspendem as negociações com desculpas banais, como o cancelamento de uma reunião por causa da Rio+20. Um país não pode parar em torno de um evento”, afirmou.
Higor disse ainda que até a terça-feira a notícia era de que uma das reivindicações – sobre os 10% do Produto Interno Bruto (PIB) – teria sido aceita pela Câmara Federal, mas que esta teria que passar pela votação do Senado e pela sanção da presidente. “Aluízio Mercadante deu a informação que isso não vai acontecer de uma hora para outra, e que seria uma tarefa política muito difícil, mas não justificou o porquê”, disse.
Segundo ele, até 2 de julho, o Governo deve acenar com uma proposta. “Até segunda-feira, tínhamos 182 campus paralisados e 22 unidades federativas”, concluiu Higor Morais.

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