País sem lei: Supremo oficializa absolvição de 12 no processo do mensalão
Na semana passada, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, havia afirmado que, embora não concordasse com as absolvições, não recorreria. Na interpretação dele, os embargos de declaração (tipo de recurso que o MP poderia usar na atual etapa do processo) não serviriam para modificar a decisão tomada pelo tribunal.Com o trânsito em julgado, estão absolvidos os seguintes réus:
- o ex-ministro dos Transportes Anderson Adauto;- a ex-funcionária de Marcos Valério Geiza Dias;- a ex-assessora parlamentar Anita Leocádia;- o ex-assessor do PL Antônio Lamas;- a ex-vice-presidente do Banco Rural Ayanna Tenório;- o publicitário Duda Mendonça e a sócia dele, Zilmar Fernandes;- o ex-chefe de gabinete do Ministério dos Transportes José Luiz Alves;- o ex-ministro da Secretaria de Comunicação Luiz Gushiken;- e os ex-deputados Paulo Rocha (PT-PA), Professor Luizinho (PT-SP) e João Magno (PT-MG) .Além de o MP não ter recorrido das absolvições, nenhum dos 12 absolvidos questionou o acórdão, documento que resumiu as decisões tomadas pelo STF.Dentre os condenados, todos os 25 recorreram para pedir penas menores, solicitar republicação do acórdão e a mudança de relator. Os defensores de parte desses réus argumentam que, como Joaquim Barbosa assumiu a presidência do Supremo Tribunal Federal (STF), deve deixar a relatoria. O ministro Ricardo Lewandowski disse na noite desta quinta que a decisão sobre uma eventual mudança de relator deverá ser tomada pelo plenário.
* Márcio Melo via Robson Pires
* Márcio Melo via Robson Pires
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