Segundo o delegado regional Glêberson Fernandes, a juíza argumentou que não havia necessidade de prisão temporária para os acusados da morte do jovem José Hugo, assassinado a tiro no último dia 19, porque as testemunhas do caso já tinham sido ouvidas e não havia risco de coação contra elas.
A decisão da magistrada de negar as prisões surpreendeu o delegado, uma vez que, segundo ele, o crime foi planejado e cruel, motivando forte comoção social.
Pelo outro lado, a juíza mandou para a cadeia o itaporanguense F. A. de S., que furtou três galinhas no começo da noite dessa quinta-feira, 25, de uma propriedade localizada no sítio Ferrão, município de Piancó.
As aves foram recuperadas, mas ele não se livrou da prisão. “Nesse caso do furto, a juíza poderia até ter aplicado o princípio da insignificância e não considerar a necessidade da prisão, mas seu entendimento foi outro”, comentou Glêberson. Foto: motivaram prisão.
* Márcio Melo via folha do Sertão
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