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segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Portuguesa nega que torcedores queimaram camisa do Fluminense na Paulista

A Portuguesa publicou, em seu site, uma nota de esclarecimento sobre o protesto contra o rebaixamento do time que bloqueou parte da Avenida Paulista neste sábado, 21. Segundo o clube, a manifestação foi pacífica e nenhuma camisa de times de futebol foi queimada. O comunicado foi feito após a divulgação da notícia, por alguns veículos de comunicação, de que manifestantes haviam colocado fogo em uniformes do Fluminense e da Seleção Brasileira. 
Cerca de 500 pessoas se reuniram na Avenida Paulista na tarde de sábado para protestar contra a decisão do STJD que tirou quatro pontos da Portuguesa por escalar Heverton de forma irregular. O cantor Roberto Leal, o maestro João Carlos Martins e o deputado estadual Fernando Capez (PSDB) puxaram a passeata. Torcedores de outros times paulistas se juntaram à marcha. 
Por volta das 17h, quando o evento já havia chegado ao Parque Trianon, ponto final da passeata, um torcedor viu, em seu celular, a notícia de que duas camisas haviam sido queimadas. Revoltado, comunicou a organização do protesto, que garantiu que o fato não havia acontecido. "A manifestação foi pacífica. Não fomos informados sobre nenhum incidente", afirmou, aoUOL Esporte o major Góes, do CPA/M-1 (Comando de Policiamento de Área Metropolitano 1), responsável por comandar os policiais que acompanharam a passeata.

Confira a íntegra nota da Portuguesa:

"A Associação Portuguesa de Desportos vem a público negar que camisas da Seleção e do Fluminense tenham sido queimadas durante o protesto realizado na tarde deste sábado (21), na Avenida Paulista.
O evento, que reuniu cerca de 500 pessoas e contou com presenças ilustres, como o cantor Roberto Leal, o maestro João Carlos Martins e o Deputado Estadual Fernando Capez (PSDB-SP), ocorreu dentro da mais absoluta ordem e tranquilidade, não sendo registrada sequer uma ocorrência desta natureza, diferentemente do que foi publicado. Vale salientar também que nenhuma ocorrência foi registrada pela Polícia Militar.
A Portuguesa preza pelo respeito à CBF e aos clubes co-irmãos e repudiaria, se fosse o caso, quaisquer ataques direcionados a quem quer que fosse."
* Reprodução Márcio Melo

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