De acordo com a Polícia Federal, sete servidores da Previdência Social e um intermediário fraudavam o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) reabrindo processos de habilitação, anteriormente indeferidos, por não comprovação de efetivo exercício de atividade rural. Eles também são acusados de conceder salário-maternidade para trabalhadoras rurais com apresentação de certidões de nascimento falsas.
A fraude, segundo a Polícia Federal, provocou prejuízo avaliado em cerca de R$ 1,4 milhão aos cofres públicos. O valor pode ser ainda maior, já que esse montante corresponde ao resultado de uma amostragem em 78 benefícios. Os envolvidos pode ser indiciados pelos crimes de estelionato previdenciário, inserção de dados falsos nos sistemas previdenciários, falsificação de documentos e quadrilha.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.