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quarta-feira, 10 de junho de 2015

Vereadora do MS registra queixa contra colega que teria passado a mão em suas nádegas

VIRIGINIA-MAGRINI-PP

A vereadora Virgínia Magrini (PP), de Dourados, no Mato Grosso do Sul, prestou queixa do assédio de um colega parlamentar, o vereador Maurício Lemes (PSB). Ele teria passado a mão em suas nádegas durante um evento na Câmara Municipal de Dourados na última segunda-feira.
O episódio foi confirmado pela Câmara, por meio de sua assessoria de imprensa. De acordo com a Casa, o vereador cometeu o ato enquanto Virgínia e outros parlamentares posavam para uma foto, solicitada pela vereadora para registrar a entrega de uma homenagem a um policial.
A Câmara informou ainda que não irá negligenciar o ocorrido e que abrirá uma sindicância após o caso passar por uma comissão de ética.
Também por meio de sua assessoria, a vereadora Virgínia Magrini afirmou que prefere não comentar mais o caso, mas que registrou um boletim de ocorrência na Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher de Dourados, na terça-feira.
O vereador, por meio de seu assessor, considerou o fato “um equívoco horroroso”. Segundo o parlamentar, ele colocou a mão na cintura de Virgínia para que ela chegasse para frente na hora da foto. Ainda de acordo com a assessoria, os dois tinham uma boa relação de trabalho.
— A gente não sabe se ela está sob estresse ou se outra pessoa passou a mão, mas o vereador apenas tocou na cintura dela, que estava na sua frente. Na hora, ela se virou e perguntou “Quem me cutucou?” e ele respondeu “Fui eu”. Foi aí que ela começou a questioná-lo se ele tinha passado a mão em sua bunda. Nós não esperávamos uma reação como essa (de denunciar), ficamos sabendo disso pelo noticiário. Não sabemos nem o que vamos fazer. Agora o dano à imagem do vereador está feito por causa de um mal-entendido — declarou um assessor de Lemes.
Em suas redes sociais, o vereador se descreve como professor universitário, músico e empreendedor social. Lemes afirma que tem “uma vida dedicada ao bem estar da população de Dourados”. A frase “Respeito por você” é o slogan do parlamentar.
A advogada especializada em Direito Penal Simone Nunes afirma que o ato pode ser considerado assédio, mas em um sentido amplo. Para classificá-lo, é preciso saber da Delegacia em que termos foi registrado o ocorrido. A Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher de Dourados, no entanto, afirma que só dará maiores esclarecimentos nesta tarde.
O Globo


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