| Apreensão culminou em extermínio de 146 animais. (Foto: assessoria PRF) |
“Matar é uma maldade ainda maior. Esses animais precisavam ser tratados e devolvidos ao meio ambiente. O Ministério Público Federal tem que investigar isso. O Ibama deveria ter um espaço para acomodar esses animais, ao invés de fazerem o que fizeram”, criticou a promotora.
Intriga nesse caso que o Ibama, a quem em tese deveria competir o trabalho de proteger os animais, tenha optado por abatê-los sem considerar a quarentena para devolvê-los ao meio ambiente.
Procurada pela reportagem, a assessoria de imprensa do Ministério Público Federal informou que espera o auto de apreensão do Ibama, onde constarão as informações técnicas sobre o caso. O Ibama informou que não vai se manifestar. A reportagem apurou com técnicos do órgãos que o abatimento dos animais seria a única alternativa, já que eles são anabolizados com substâncias que os inutilizam para consumo humano.
* Assis Silva via Portalnoar.com
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