Segundo a delegada do caso, Adeliana Xavier, a denúncia atual trouxe mais provas que contribuíram para a prisão do suspeito. A vítima fez exame pericial que confirmou o estupro.
— Durante o exame [endoscopia] ela estava dopada. Quando ela chegou em casa, foi fazer xixi e sentiu uma ardência na região vaginal. E quando ela viu, através de um espelho, tinha uma lesão, que indicava ruptura da membrana do períneo.
Na delegacia, Aranha negou o crime. A delegada pediu a prisão temporária do suspeito. Ele deverá responder pelo crime de estupro de vulnerável, já que a vítima estava desacordada, e pode ser condenado de oito a 15 anos de prisão.
A pena do médico pode vir a ser maior já que outras vítimas apareceram para denunciar outros crimes. De acordo com Adeliana, ao todo já são cinco mulheres ouvidas.
— Nesse inquérito [em 2014], como as provas eram superficiais, ouvi outras duas mulheres que também contam a mesma coisa, terem passado pelo mesmo constrangimento. E agora, surgiu uma quinta vítima.
Segundo o delegado Fábio Sfalcin, chefe da Delegacia de Governador Valadares, o CRM (Conselho Regional de Medicina) será informado de todos os passos da investigação.
— O fato dele ser médico agrava sua situação profissional porque a Polícia Civil vai enviar um relatório completo para o CRM. Para que tome todas as medidas buscando a cassação desse profissional.
* R7
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