quarta-feira, 19 de janeiro de 2022

Robinho é condenado a 9 anos em última instância por estupro coletivo

 
Foto: Ivan Storti / Santos FC / Divulgação


A Justiça da Itália julgou nesta quarta-feira (19/1) em 3ª instância a situação do jogador Robinho e de seu amigo, Ricardo Falco, acusados de cometerem um estupro coletivo contra uma mulher albanesa em uma boate de Milão em 2013. Nas outras duas instâncias os dois foram condenados a 9 anos de prisão. O jogador foi condenado novamente nesta quarta.

Com a decisão, Robinho não poderá recorrer mais e a execução da pena é imediata. A Justiça da Itália pode pedir a extradição do ex-camisa 7. Ele corre o risco de cumprir a pena no Brasil caso a extradição não seja concluída.

O julgamento durou apenas meia hora e contou com um colegiado formado por cinco juízes homens e uma mulher.

Ao deixar o tribunal, o advogado que representa o jogador, Alexsander Guttieres, afirmou para o portal Uol que o processo apresentava falhas, sem especificar ou entrar em detalhes sobre quais seriam. A vítima esteve no local.

O crime ocorreu no ano de 2013, na boate Sio Caffé, em Milão, na época em que o jogador atuava pelo Milan. Além do atleta, outros quatro brasileiros foram acusados de estuprar uma moça de origem albanesa na ocasião.

O ocorrido voltou à tona no fim de 2020, quando o jogador foi anunciado pelo Santos em outubro. A repercussão da contratação, no entanto, foi a pior possível. Torcedores do Peixe e de outras equipes condenaram a diretoria e o atleta pela contratação.


Metrópoles 

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