segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Grande pacote de privatizações de Dilma  

começa com rodovias e ferrovias


Objetivo é estimular crescimento e atrair investimentos com cenário externo ruim
Dilma
Nesta quarta-feira (15), o governo Dilma Rousseff lança a primeira de uma série de concessões à iniciativa privada em infraestrutura. As primeiras áreas contempladas serão rodovias e ferrovias, mas o plano da presidente é mais abrangente e pretende resolver o nó logístico brasileiro com ampliação e gestão mais eficiente também de portos e aeroportos. De acordo com fontes do governo, os detalhes dos modelos de concessão ainda estão sendo fechados e não seguirão um padrão único. Cada área terá um tipo de concessão, levando- se em conta as especificidades do setor. O certo é que não serão adotados nem o mesmo modelo de concessão usado nas privatizações do governo Fernando Henrique Cardoso (quando ganhava a empresa que pagava mais para o governo) e nem o das concessões do governo Lula (quando ganhava a empresa que oferecia a menor tarifa ao usuário).

Objetivo de Dilma
A elaboração do plano foi toda conduzida pessoalmente pela presidente Dilma Rousseff, que ao longo dos últimos meses fez reuniões constantes sobre o assunto. Passaram pelo Planalto para discutir as concessões ministros, técnicos do governo, empresários e os CEOs das maiores empresas brasileiras. Dilma ouviu todos, cobrou sugestões e projetos que iam e voltavam até chegar a um grande plano bem amarrado para resolver o problema de infraestrutura do País no longo prazo. E apesar de as concessões terem sido divididas em quatro grandes áreas, o projeto prevê a ligação dessas áreas para que as deficiências em infraestrutura sejam resolvidas por completo. Pelo plano passa também a discussão da redução do custo da energia, um grande entrave para todo o setor produtivo. O objetivo da presidente é oferecer energia mais barata – o que resultaria necessariamente na redução de impostos- já vislumbrando o fim das concessões, previsto para 2015. A ideia do governo é renovar as concessões pra ter mais margem de manobra para agir na redução de preços.
Fonte: R7 via Márcio Melo

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