De acordo com o professor Adriano Rangel, que coordena o projeto, a pesquisa tem potencial para o mercado. "É algo interessante porque vai gerar novas perspectivas para o mercado, gerar valor a produtos e derivados. Indústrias de países como Nova Zelândia e Austrália já trabalham com leite livre de problemas", afirma. Entre as raças pesquisadas está a guzerá.
Se comprovada a teoria, o estado será o primeiro estado brasileiro a produzir leite bovino sem restrições para alérgicos. A aluna de mestrado da UFRN, Thábata Lima, coletou sangue e amostras do rabo dos animais. O material será levado para a USP na próxima segunda para ser analisar durante um mês. "Muitas pessoas sabem que o leite é base de uma alimentação saudável e querem consumir, mas não podem por causa da alergia", diz Thábata Lima.
* Reprodução Márcio Melo
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