Entre os 16 escolhidos, quatro são italianos - o novo secretário de Estado do Vaticano, Pietro Parolin; o secretário-geral do Sínodo dos Bispos, Lorenzo Baldisseri; o prefeito para a Congregação para o Clero, Beniamino Stella; e o arcebispo de Perúgia, Guartiero Bassetti.
Da lista de cardeais do continente europeu constam também o prefeito para Congregação para a Doutrina da Fé, o alemão Gerhard Ludwig Müller; e o arcebispo de Westminster, o britânico Gerard Vincent Nichols. Das Américas, passarão a cardeais os arcebispos de Quebéc , no Canadá, Gérald Cyprien Lacroix; de Cayes, no Haiti, Chibly Langlois; de Manágua, na Nicarágua, José Leopoldo Brenes Solórzano; de Buenos Aires, na Argentina, Mauro Aurelio Poli; e de Santiago, no Chile, Ricardo Ezzati Andrello.
Da África, os arcebispos de Abidjan, na Costa do Marfim, Jean-Pierre Kutwa; e de Ouagadougou, em Burkina Faso, Philippe Nakellentuba Ouédraogo, serão os novos cardeais. Da Ásia, os arcebispos de Seul, da Coreia do Sul, Andrew Yeom Soo Jung; e de Cotabato, nas Filipinas, Orlando Quevedo.
Os três cardeais eméritos são o antigo secretário pessoal do papa João 23, Loris Francesco Capovilla; o bispo emérito de Pamplona, na Espanha, Fernando Sebastián Aguillar; e o arcebispo emérito de Castries, nas Antilhas, Kelvin Edward Felix.
* Reprodução Marcio Melo
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