SÃO PAULO - Os presídios de Pernambuco têm três vezes mais presos do que sua capacidade e são controlados pelos próprios detentos. A falta de agentes penitenciários fez surgir nas prisões pernambucanas a figura do “chaveiro”, um detento que fica responsável por determinados pavilhões e pela guarda das chaves das celas.
Ele também exerce seu poder vendendo drogas dentro da cadeia e negociando espaços para dormir nas celas superlotadas por até R$ 2 mil.
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