De acordo com o laudo do exame de corpo de delito, a bala atingiu as costas de DG, perfurou o pulmão e saiu pelo braço direito. O delegado Gilberto Ribeiro, da 13ª DP (Ipanema), que investiga o caso, explicou porque, no primeiro momento, a perícia informou que não havia perfuração no corpo do dançarino.
"Foi um comentário que o perito fez no local para os nosso policiais, que não teria encontrado.Mas quando a pessoa está machucada e existem crostas de sangue, é difícil para um perito que não vai lavar o corpo identificar um orifício de entrada ou de saída. Isso não necessariamente é uma falha da perícia, é uma contingência da situação", disse o delegado.
O laudo do IML também indica que DG tinha várias escoriações, no rosto, joelhos, cotovelos , punhos e no tórax. "Aquela situação de tortura, espancamento, a gente não consegue afirmar no primeiro momento", explicou Ribeiro.
Fonte: G1
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.